Porque os lixões precisam acabar e uma maneira eficaz de contribuir para isso!

O lixo é uma importante fonte de renda para inúmeras famílias no Brasil. 

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), os lixões deveriam ser erradicados em 2014

Porém a realidade não é essa:

  • 60% das prefeituras não cumpriram essa determinação, o que significa o descarte de 30 milhões de toneladas de resíduos em locais inadequados!
  • Para piorar a situação, nos últimos anos, a quantidade de lixo produzido no Brasil cresceu cerca de três vezes mais rápido que o número de habitantes.
  • Por fim, quase metade das cidades brasileiras não apresentam qualquer tipo de plano para o manejo e descarte do lixo.

Neste cenário, o governo estendeu para 2021 o prazo de erradicação dos Lixões, um grande desafio para os prefeitos recém empossados.

O descarte incorreto é fonte de problemas, muitos deles irreversíveis, em duas áreas em específico:

  • Meio ambiente e Saúde Pública
  • Cofres Públicos.

Como se sabe, descartar incorretamente resíduos em lixões pode desencadear sérios problemas ao meio ambiente, entre eles:

  • Contaminação do solo e lençol freático;
  • Produção de gases tóxicos;
  • Produção de mau cheiro;
  • Atração de animais que transmitem doenças.

Não bastasse isso, pessoas à margem da miséria e que sobrevivem recolhendo materiais recicláveis desses ambientes insalubres estão sujeitas a vários tipos de doenças provenientes da contaminação desses materiais descartados.

Por causa de uma gestão incorreta dos resíduos provenientes de lixões, em 2016 morreram 750 pessoas no mundo, o que viola as diretrizes de direitos humanos.

Assim, todos esses problemas geram gastos para os Cofres Públicos, entre custos para a reversão de danos ambientais e tratamento de problemas de saúde causados pelos resíduos nas pessoas, o prejuízo passa de RS 3,6 bilhões.

Apesar de todas as problemáticas, há falta de recursos municipais para elaboração de plano de gerenciamento de resíduos, mesmo sabendo que a erradicação dos lixões irá custar três vezes menos que o prejuízo anual causado pelo mau gerenciamento.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (ABETRE), é necessária a criação de 500 aterros sanitários para erradicar os lixões.

Atualmente, existem diversas alternativas para solucionar o problema das prefeituras com o Resíduo Sólido Urbano (RSU). 

Uma delas é a redução da umidade após a triagem, quando são removidos os resíduos de materiais que poderão ser reciclados (papelão, alumínio, vidro, plástico), com a Unidade Desagregadora e Desidratadora de Resíduos.

Assim, como saída, gerar o CDR (Combustível Derivado de Resíduo), que poderá  trazer retorno financeiro para o município. Para mais informações sobre a Unidade Desagregadora e Desidratadora de Resíduos clique aqui.

Cada ano em que adiamos a extinção dos lixões e não investimos em um gerenciamento inteligente de resíduos…

É mais um ano em que pagamos uma conta muito, muito cara.

Fonte:
https://www.pagina3.com.br/meioambien/2019/dez/11/1/descarte-errado-de-gordura-entope-a-rede-coletora 

Sobre a Gerais Solidificação
A Gerais Solidificação de Resíduos atua MUITOS ANOS nos seguimentos industrial e hospitalar com aplicações em solidificação de resíduos líquidos ou semissólidos diversos. A empresa Gerais, por ser uma empresa com foco na área ambiental, está sempre compromissada com a preservação do meio ambiente, fabricando produtos sustentáveis com tecnologia brasileira, visando a satisfação de seus clientes. Trabalhamos com os mais diversos hospitais, laboratórios e indústrias espalhados por todo o território nacional!

Para entrar em contato, envie-nos uma mensagem por Whatsapp:(11) 97041-0315. Alternativamente, ligue: (19) 3397-7702 ou envie um e-mail para vendas@geraissolidificacao.com.br

A importância das caixas de gorduras para o meio ambiente e a maneira mais eficaz de limpá-las

A importância das caixas de gorduras para o meio ambiente e a maneira mais eficaz de limpá-las

Tratar efluentes sempre é um desafio imenso. Há muitas substâncias ou materiais biológicos difíceis de serem tratados.
O descarte deste tipo de material na rede coletora de esgoto pode ocorrer pelas indústrias, hospitais, restaurantes e até mesmo em nossas casas.

Para evitar maiores problemas com o descarte do material orgânico no esgoto doméstico, a ABNT, por meio da NBR 8160, nos instrui para a construção de um sistema de retenção de gorduras, popularmente denominada caixa de gordura.

Mas afinal qual a importância e porque devemos nos atentar ao descarte correto?

Antes, porém, é preciso entender o funcionamento dela. A caixa é nada mais que um reservatório acoplado à tubulação de descarga do líquido da pia da cozinha, por onde a gordura se concentra. Conforme acontece o acúmulo do material orgânico com a gordura, esta mistura começa a ficar mais pastosa, se tornando um semissólido.

Partindo da premissa que o descarte de 1 litro de óleo na pia contamina ao menos 25 mil litros de água dos rios, esse mecanismo evita com que esses contaminantes caiam diretamente na rede de esgoto e, assim, reduz a contaminação, o que facilita a companhia de tratamento de água no tratamento de efluentes do município/estado, contribuindo assim para o meio ambiente.

Como as caixas de gorduras são concentradores desses materiais orgânicos, é necessária limpeza periódica, contudo essa mistura de material orgânico+óleo que sobra das limpezas, no estado semissólido, deve ser descartado de maneira correta e não pode voltar para a rede coletora de esgoto devido problemas como, por exemplo, o entupimento.

Uma forma eficaz, correta e de baixo custo de limpeza, e que também facilita no descarte é a solidificação com o produto Ultra Solid® do material semissólido proveniente das caixas, reduzindo o odor e encapsulando o material orgânico.

Após o procedimento, a pessoa responsável pela limpeza ganha mais opções tanto na retirada, quanto no descarte do material, que poderá ser em sacos para lixo comum separado dos recicláveis.

Fonte:
https://www.pagina3.com.br/meioambien/2019/dez/11/1/descarte-errado-de-gordura-entope-a-rede-coletora

Sobre a Gerais Solidificação
A Gerais Solidificação de Resíduos atua MUITOS ANOS nos seguimentos industrial e hospitalar com aplicações em solidificação de resíduos líquidos ou semissólidos diversos. A empresa Gerais, por ser uma empresa com foco na área ambiental, está sempre compromissada com a preservação do meio ambiente, fabricando produtos sustentáveis com tecnologia brasileira, visando a satisfação de seus clientes. Trabalhamos com os mais diversos hospitais, laboratórios e indústrias espalhados por todo o território nacional!

Para entrar em contato, envie-nos uma mensagem por Whatsapp:(11) 97041-0315. Alternativamente, ligue: (19) 3397-7702 ou envie um e-mail para vendas@geraissolidificacao.com.br

7 medidas que ajudam no descarte correto do lixo residencial infectante.

A Pandemia do Coronavírus (COVID-19) perdura por um longo tempo aqui no Brasil.
Pessoas não ligadas à área da saúde, não acostumadas à rigidez do processo de limpeza hospitalar, não sabem ou ficam perdidas em relação ao descarte de material possivelmente contaminado.
A dúvida surge tanto para aqueles que se protegem, para que não sejam infectados pelo vírus, quanto para aqueles que estão contaminados e querem proteger todos ao seu redor.
As pessoas que já se infectaram, em particular, devem redobrar o cuidado, pois qualquer vacilo é porta de entrada para uma contaminação massiva.
Outro ponto que reforça a preocupação, é a de que não sabemos quase nada a respeito de todo o processo que nosso lixo passa, desde a saída de casa até a chegada à aterros sanitários, e um lixo infectante mal sinalizado pode causar um efeito dominó em toda a rede de colaboradores da coleta de lixo.

Segundo Felipe Medeiros, médico residente em infectologia do HC, em matéria para o R7, não há uma maneira específica para se fazer o descarte desse material, mas há sim algumas medidas que podem ajudar o não espalhamento da doença pelo lixo.

Listamos abaixo, 7 medidas que ajudam no descarte correto do lixo infectante:

  • Separar o lixo Orgânico e Reciclável em sacos diferentes;
  • Envolver lixo infectante (ou suspeito de ser infectante) em 2 sacos;
  • Lacrar e identificar o lixo infectante em papel adesivo ou sinalização similar;
  • CUIDADO! Não usar grampeador, qualquer furo no saco de lixo infectante é porta de saída do vírus, use sempre material adesivo no lugar;
  • FITA VERMELHA: Colaboradores da coleta orientam para que o lixo infectante seja envolvido em uma fita vermelha, para ajudá-los no reconhecimento deste tipo de lixo;
  • Descarte sempre o lixo infectante em horários próximos aos da coleta para evitar que o lixo fique exposto por muito tempo na rua;
  • Não lote o saco de lixo infectante, opte por dividir em mais sacos para facilitar o fechamento, e para evitar rasgos devido à excesso de peso;
  • Máscaras, luvas e outros materiais descartáveis, mesmo não estando infectados, devem ser sempre descartados e identificados em sacos duplos de lixo, obedecendo aos mesmos procedimentos para lixos infectantes;

 

O descarte deve ser, preferencialmente, feito por uma pessoa saudável, para não infectar a parte exterior do lixo. Todos esses procedimentos são muito semelhantes ao descarte do lixo infectante hospitalar.
Por exemplo, recomenda-se a solidificação de resíduos com o solidificador de resíduos Ultra Solid SSI® para o caso de derramamento de líquidos infectantes como vômitos, fezes, urina, entre outros.
Esse tipo de procedimento evita que, em possíveis acidentes, o material contaminado não vaze e contamine outros ambientes e pessoas.
Como diz o ditado, em se tratando de Pandemia, todo cuidado é pouco e descartar o lixo residencial de forma segura é uma importante maneira de conter o vírus.

Fontes:

Sobre a Gerais Solidificação
A Gerais Solidificação de Resíduos atua MUITOS ANOS no ramo hospitalar com aplicações em solidificação de resíduos corpóreos. A empresa Gerais, por ser uma empresa com foco na área ambiental, está sempre compromissada com a preservação do meio ambiente, fabricando produtos sustentáveis com tecnologia brasileira, visando a satisfação de seus clientes. Trabalhamos com os mais diversos hospitais e laboratórios espalhados por todo o território nacional!

Para entrar em contato, ligue: (19) 3397-7702 ou envie um e-mail para vendas@geraissolidificacao.com.br

Economia Circular: uma nova maneira de olhar a cadeia produtiva

A Terra sempre se auto regula, não à toa, que estudamos vários ciclos como o da água, do nitrogênio e do carbono.

Com o desenvolvimento tecnológico feito pelo homem ao longo de milênios e, com maior crescimento após a 1ª Revolução Industrial, a Terra começou a lidar com um problema:

A poluição.

Lidamos com o lixo de uma maneira linear, em um processo que pode ser resumido em 3 etapas:

  • Extrair;
  • Produzir;
  • Descartar.

Além de toda situação se acumular no final do processo, há o problema de os recursos serem finitos.

Isso se deve à velocidade de geração dos recursos ser inferior à velocidade de produção.

Assim, uma hora esse sistema entrará em colapso!

Até 2050, a estimativa é de que iremos consumir 3 vezes a quantidade de recursos que a Terra produz.

Até lá, se não houver uma melhora tecnológica capaz de acelerar o processo de geração de recursos, haverá escassez no abastecimento das indústrias.

Como consequência a linha de produção será reduzida ou paralisada.

Outra falha grave neste sistema é o descarte que, muitas vezes, é feito de maneira incorreta.

Se um lixo contaminado já é preocupante devido à possíveis vazamentos para lençóis freáticos, por exemplo, em uma escala maior, o risco é potencializado.

É neste cenário, portanto, que surge um novo meio de se pensar a produção industrial:

A economia circular.

A economia circular é a forma de nos relacionarmos com meio ambiente, além de pensar no nosso futuro de nossos filhos e netos.

Assim surgem novos conceitos no processamento industrial:

  • Design regenerativo;
  • Economia de performance;
  • Cradle to cradle – do berço ao berço;
  • Ecologia industrial;
  • Biomimética;
  • Blue economy;
  • Biologia sintética.

Com a adição destes conceitos, o meio fabril muda totalmente a fim de otimizar toda a concepção do produto de forma extremamente inteligente.

Por exemplo:

  • Resíduos viram nutrientes em novos processos;
  • Produtos ou materiais são consertados.

A metodologia do modelo circular visa imitar justamente os processos da natureza.

Assim, no novo sistema, os fluxos materiais são classificados em dois tipos:

  • Nutrientes técnicos: projetados para retornar à cadeia produtiva;
  • Nutrientes biológicos: projetados para retornar à biosfera de forma segura.

Dados da revista Nature apontam que essa nova forma de nos relacionarmos com o meio produtivo gera alguns benefícios, como por exemplo:

  • Economia de recursos;
  • Economia de energia;
  • Empregos locais;
  • Redução em até 70% da emissão de gases nocivos;
  • Diminuição significativa de resíduos.

Portanto, a premissa principal é o retorno do objeto ou resíduo em algum momento da cadeia, ou devolvido de forma preservada ao ecossistema, transformando, o que era uma linha, em um processo mais complexo, porém muito mais ecológico.

Uma forma eficaz de reaproveitamento é por meio da desidratação dos resíduos.

A vantagem da desidratadora é que os resíduos entram com 4 toneladas/hora a uma umidade em torno de 60%, e obtém na saída 1 tonelada/hora com 20% de umidade, e com gasto de energia elétrica de 200 kWh.

Mudando, assim, vários resíduos em produtos ou subproduto, como por exemplo, RSU(Resíduo Sólido Urbano) em CDR(Combústivel Derivado de Resíduo); dejetos de frangos em adubos ou ainda cevada em ração animal.

As aplicações são inúmeras!

Com a utilização da UNIDADE DESAGREGADORA E DESIDRATADORA SIMULT NEA DE RESÍDUO é possível reduzir o volume de resíduos inicial, com a retirada da umidade, e com baixíssimo custo de energia.

Para cotar este equipamento, clique aqui.

A economia circular veio para ficar. É impossível mantermos o nível de consumo sem mudar a produção.

E essa nova estrutura é uma maneira inteligente de manter a economia aquecida, incentivando o consumo, ao mesmo tempo que se preocupa com o meio ambiente.

É uma proposta que mobiliza toda a cadeia produtiva para possibilitar um futuro mais limpo para nossos descendentes.

Para saber mais acesse as fontes:
https://www.ecycle.com.br/2853-economia-circular.html
https://www.ideiacircular.com/economia-circular/

Sobre a Gerais Solidificação
A Gerais Solidificação de Resíduos atua há mais de 7 anos no ramo hospitalar com aplicações em solidificação de resíduos corpóreos. Com sede em Minas Gerais, a Gerais está sempre compromissada com a preservação ambiental, fabricação de produtos sustentáveis com tecnologia brasileira, visando a satisfação de seus clientes. Trabalhamos com as mais diversas empresas do segmento industrial, espalhadas por todo o território nacional!

Para entrar em contato, ligue: (19) 3397-7702 ou envie um e-mail para vendas@geraissolidificacao.com.br